NOSSA HISTÓRIA

 
 
 
 
 
 
 
 

CONHEÇA A IOBPC-PSJ
Igreja O Brasil Para Cristo em Pq.São Jorge 
Campo Grande – Rio de Janeiro – RJ 

 
A IGREJA 
 
Estamos situados na zona oeste do Rio de Janeiro, rua São Martinho de Braga nº 10, sub-bairro Parque São Jorge em Campo Grande. Nosso campo tem como presidente o Pr.Gilberto Luis Cunha e temos três congregações pertencentes à este campo, são elas: São Geraldo (Dirigente Pr. Luiz Carlos de Jesus de Souza), Cachamorra (Dirigente Ev.Delcides de Souza Aguiar Neto) e Jardim Paraíso, esta em Nova Iguaçú (Dirigente Pr.Paulo Roberto de Souza). 

 
NOSSOS OBJETIVOS

COMUNICAR – Aqui é o lugar onde se anuncia as verdades bíblicas procurando cumprir com o “Ide e Fazei Discípulos”. 
COMPARTILHAR – Aqui é o lugar onde compartilhamos o privilégio que temos em sermos chamados de “Filhos de Deus“. 
CUIDAR – Aqui é o lugar onde cuidamos para que todos que aqui chegam conheçam o Caminho que leva ao Céu e à Vida Eterna. 
CONSCIENTIZAR – Aqui é o lugar onde nos conscientizamos que nosso exemplo é mais eloquente que qualquer sermão. 
CRESCER – Aqui é o lugar onde esperamos crescer como uma Família, um verdadeiro refúgio para nós mesmos, para nossos filhos, para nossos amigos e para os amigos dos nossos filhos. 

Aqui é a IOBPC-PSJ. Seja Bem Vindo!

 
GDC – O QUE É

Os Grupos de Crescimento – GDC, tem um formato de reuniões de grupos pequenos, onde pessoas se reúnem num lar previamente determinado todas as Quartas-feiras à noite, o horário é combinado entre os participantes, sendo que o período é de no máximo 60 minutos (1 hora). Esse é o nosso modelo de trabalho.

O objetivo é COMUNICAR o evangelho através da Palavra, abordando temas específicos e atuais, COMPARTILHANDO experiências e dúvidas a fim de proporcionar um ambiente de comunhão e CUIDADO mútuo, bem como a CONSCIENTIZAÇÃO da necessidade de termos lares e famílias instruídas, direcionadas e abençoadas por Deus, assim promovendo ao invés da falência o CRESCIMENTO desta tão importante instituição divina que é a FAMÍLIA. 
 

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NOSSA HISTÓRIA

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Missionário Manoel de Mello 

FLEUMÁTICOCertamente não existe outra forma de contar a história da Igreja O Brasil Para Cristo sem começar pela história do Missionário Manoel de Mello, seu fundador. Manoel de Mello e Silva, nascido em Água Preta, Pernambuco, em 20 de agosto de 1929, mesmo sem educação formal, era um cristão enfezado na pregação do evangelho, desde sua adolescência.
Até o ano de 1947, Manoel de Mello residiu em Água Preta e trabalhou como pedreiro e mestre de obras, quando mudou para São Paulo e passou a fazer parte da Assembleia de Deus, igreja que lhe consagrou diácono. Nessa época, trabalhava na construção durante o dia e pregava à noite nas igrejas. Em 1951, casou-se com Ruth Lopes. Em 52, fora acometido de uma paralisia intestinal e depois foi milagrosamente curado. O que o levou a abandonar a construção civil e dedicar-se exclusivamente ao trabalho missionário. Nessa época, desligou-se da Assembleia de Deus e passou a integrar a Cruzada Nacional de Evangelização, atual Igreja do Evangelho Quadrangular, que o consagrou ao pastorado.
No ano de 1955, o então Pr. Manoel de Mello reuniu em sua casa um grupo de mais ou menos 40 pessoas formado por irmãos e amigos para relatar-lhes uma visão que recebeu de Deus: “… tive uma visão espiritual na qual o Senhor Jesus me apareceu e me deu ordens para começar, no Brasil, um movimento de reavivamento espiritual, evangelização e cura divina, e o Senhor Jesus mesmo deu-me o nome: O Brasil Para Cristo”. Logo, o grupo organizou-se para a realização de campanhas e cultos em tendas improvisadas dando início aos trabalhos da Igreja Jesus Betel – O movimento do caminho.
 

FLEUMÁTICOA VOZ DO BRASIL PARA CRISTO
No ano seguinte, em 1956, aconteceu algo que proporcionaria uma grande projeção do ministério do missionário. Ao lado do Pr. Alfredo Rachid Góes, passa a dirigir um programa de rádio chamado de A Voz do Brasil Para Cristo. Certamente uma estratégia visionária, mas um tanto ousada, haja vista as críticas das lideranças protestantes da época que entendiam que o rádio era profano. Veiculado pela emissora Piratininga de São Paulo, o programa logo vira um sucesso da audiência local e tem a oportunidade de ser veiculado internacionalmente pela Rádio Tupi.
De fato o programa A Voz do Brasil Para Cristo foi e ainda é um sucesso do rádio. Esteve no topo das pesquisas de audiência por 34 anos consecutivos e está no ar até hoje. Atualmente é transmitido pela Rádio Musical FM 105,7 e apresentado pelo Pr. Paulo Lutero de Mello, filho do missionário.
 
 
CRESCIMENTO E PERSEGUIÇÃO
A década de 50 certamente foi um período de grandes conquistas e crescimento da denominação através do trabalho do missionário e de seus parceiros de ministério. Ainda chamada de Jesus Betel, a denominação realizou campanhas em tendas atraindo multidões em reuniões sempre marcadas por mensagens de salvação, curas e milagres.
No dia 3 de março de 1956, a denominação, atendendo à necessidade de legalização de seu estabelecimento, registrou-se com o nome de Igreja Evangélica Pentecostal, tendo por lema a memorável frase: O Brasil Para Cristo. Essa só passou a fazer parte do nome, bem mais tarde, em 74.
Em todos os cantos do Brasil, líderes evangélicos que possuíam a mesma visão de crescimento e evangelismo passaram a se unir ao trabalho do missionário. Assim a denominação passa a ter participação em quase todos os estados do país. No Rio Grande do Sul, o Reverendo Olavo Nunes, líder da Igreja Evangélica Pentecostal Brasileira, realiza uma fusão com o trabalho do missionário, fundando assim a denominação também no RS. Olavo Nunes passa a fazer parte desta história de uma forma muito expressiva, tornando-se parceiro de trabalho e amigo de Manoel de Mello. Mais tarde seria o primeiro a ser indicado à presidência do Conselho Nacional da denominação pelo próprio missionário.
A cada culto aumentava o número de fiéis, mas também aumentava a preocupação dos opositores. Muitas foram as tendas incendiadas em sinal de protesto. Nem mesmo o tabernáculo de madeira, construído no bairro de Belém, São Paulo em um terreno cedido pelo então prefeito Ademar de Barros para ser a sede da denominação, escapou dos ataques opositores. O prédio foi demolido durante a noite, a mando do próprio prefeito. Acredita-se que este sofria muita pressão da liderança católica da cidade.
 
Na década de 60, período de intensa perseguição por conta do regime militar, não foram poucas as reuniões nas ruas e nas praças. Em São Paulo, celebraram-se cultos no Teatro de Alumínio, no Estádio do Pacaembu e no Vale do Anhangabaú. Numerosos também foram os convites para eventos em outros estados. Em todos os casos, sempre grandes multidões prontas para testemunhar os milagres e pregação da Palavra de Deus.
Durante o regime militar, o missionário Manoel de Mello, não se fez omisso aos casos de abuso de poder por parte do governo. O que o fez ser vigiado 24 horas por dia, por onde fosse. Fato que não o intimidou. Já que, sabendo que era vigiado, dizia durante as reuniões: “Aos agentes da polícia federal aqui presentes, aviso: podem ligar os seus dispositivos de gravação, agora, porque eu estou pronto para iniciar a minha pregação.” De fato era uma atitude ousada e corajosa, algo peculiar a sua personalidade. Por conta disso, foi preso cerca de vinte e sete vezes acusado de charlatanismo, curandeirismo, entre outras acusações infundadas.
 
NO RIO DE JANEIRO
“Em 1957, o Miss. Manoel de Mello esteve em Niterói, então capital do estado do Rio de Janeiro, a convite do seu amigo Pr. Odilon Francisco de Oliveira, para realizar uma série de conferências sobre avivamento espiritual na Igreja Congregacional Fluminense. A Igreja também era conhecida como Igreja da Praia, por estar localizada em frente à Baía de Guanabara… Margarete Ribeiro e sua mãe eram membros da Igreja da Praia… Aquelas foram as primeiras sementes lançadas pelo Missionário em solo fluminense e alguns anos depois o Pr. Gildo de Araújo seria por ele levado para dirigir e fazer crescer a obra O Brasil para Cristo no estado do Rio de Janeiro.” (Mis. Manoel de Mello – Vida e Obra, Valéria A. de Mello, p.55).
“Inicialmente, o Pr. Gildo alugou um auditório, onde realizou os trabalhos durante dois meses, logo depois ergueu uma tenda de lona e assim nasceu a primeira igreja da obra em solo fluminense, inaugurada em 4 de agosto de 1962, com a presença do Miss. Manoel de Mello. Um grande templo foi construído pelo Pr. Gildo na cidade de Niterói. Partiu depois para a cidade de Teresópolis, onde levantou uma tenda de lona, que ficou sendo pastoreada pelo Pr. Luiz Palhares, que posteriormente construiu ali um grande Templo. Várias outras igrejas foram levantadas no Rio de Janeiro e no antigo estado da Guanabara, como Manguinhos, Rocinha, Bonsucesso, Catumbi, entre outras, desenvolvendo o ministério da Pr. Gildo de Araújo, a quem o Missionário confiou a obra do estado.” (Mis. Manoel de Mello – Vida e Obra, Valéria A. de Mello, p.55).

O GRANDE TEMPLO
Entre os anos de 1960 e 1979, a sede nacional era ainda improvisada em um galpão no bairro Tatuapé. Nessa época, estava em plena atividade a construção do que viria a ser a nova sede localizada na rua Carlos Vicari, no bairro da Pompéia, também em São Paulo. Em 1º de Julho de 1979 muitos viajaram durante dias para ver de perto o maior templo evangélico do mundo, até então, com 11.166 m2 construídos numa área total de 21.894 m2 e com o maior vão livre em arco da América Latina. Em uma das salas, várias autoridades eram recebidas, dentre elas políticos, empresários, pastores do mundo todo, de diversas denominações, amigos e convidados especiais, como Dom Paulo Evaristo Arns, Cardeal Arcebispo de São Paulo e o Dr. Philip Poter, Secretário Geral do Conselho Mundial de Igrejas. O Grande Templo, como é conhecido até hoje, comportava em sua nave principal mais de 10 mil pessoas, e em seu átrio 2 mil pessoas. Por muito tempo foi considerado o maior templo evangélico construído do mundo.
 

No ano de 2016, por ocasião da comemoração do 60º aniversário, o Grande Templo, bem como o átrio passaram por uma reforma expressiva, adequada às novas tecnologias e design.